Há quase 9 anos, em julho de 2017, o Mundo Projetado nasceu com um propósito simples e muito sincero: compartilhar conhecimento, ajudar quem estava começando e tornar a eletrônica um pouco mais acessível para mais pessoas.

Hoje, ao olhar para essa caminhada, eu só consigo sentir gratidão.

Foram anos de muito conteúdo, muito aprendizado e muita troca. O site recebeu mais de 1000 comentários positivos ao longo do tempo, além de mensagens de incentivo, dúvidas, correções, sugestões e histórias de leitores que acompanharam o projeto de perto. Cada comentário foi um sinal de que o esforço valeu a pena.

O Mundo Projetado também foi palco de parcerias, projetos em conjunto e iniciativas que me orgulham muito. Tive a alegria de participar de um projeto na área médica, algo que deu ainda mais significado a tudo isso. Não foi apenas um site; foi um espaço de contribuição, aprendizado e propósito.

Além de ajudar outras pessoas, esse projeto também me ajudou muito. Em vários momentos, ele foi a minha própria referência para relembrar conceitos, revisar fundamentos e reorganizar ideias. Muitas vezes, ao escrever para ensinar, eu também aprendia de novo.

Com o tempo, e principalmente com o advento das IAs, passei a enxergar que o blog já não tinha a mesma necessidade de existir como antes. As ferramentas atuais facilitaram muito o acesso ao conhecimento, especialmente na introdução a temas mais complexos. Por isso, em julho deste ano, o site chegará ao fim.

Ainda assim, ele não desaparece por completo. O Mundo Projetado continuará vivo na memória de quem leu, em parte no Wayback Machine e, de certa forma, em tudo o que ajudou a construir ao longo desses anos.

A todos que leram, comentaram, compartilharam, corrigiram, apoiaram e acompanharam esse trabalho: meu muito obrigado. Vocês fizeram parte dessa história.

Sem vocês, o Mundo Projetado não teria sido o que foi.

Fico genuinamente grato por cada visita, cada interação e cada gesto de apoio. Esse encerramento não apaga o caminho percorrido; ele só marca o fim de um ciclo que me deu muito orgulho de ter vivido.